Janela factual — qualquer lei de ITCMD aprovada em SP em 2026 entra em vigor em 1º/jan/2027.
ITCMD São Paulo — 2026

São Paulo é o último estado do Sudeste ainda com alíquota fixa de ITCMD. Por pouco tempo.

Para executivos com patrimônio entre R$ 5M e R$ 50M, a janela atual é o cenário mais barato da próxima década. A reforma já prevista eleva a alíquota efetiva de 4% para 6,72% sobre o patrimônio total — é uma elevação de 68% sobre a mesma base.

Lei 10.705/2000 — 4% fixo PL 7/2024 — 2–8% progressivo Simulação real — R$ 25M Janela até 31/12/2026
Ver simulação para o meu patrimônio →

Sem custo. Restrito a executivos com patrimônio
acima de R$ 5M domiciliados em SP.

ITCMD hoje (4% fixo)
R$ 1.000.000
Lei 10.705/2000 — alíquota vigente até 31/dez/2026.
ITCMD pós-reforma
R$ 1.680.000
PL 7/2024, alíquota efetiva de 6,72% — entrada 2027.
O problema

A maioria dos executivos em SP ainda acredita que ITCMD é "4% sobre o patrimônio."
Vai deixar de ser.

Até o final de 2026, a Lei 10.705/2000 mantém a alíquota fixa de 4%. Mas a Emenda Constitucional 132/2023 tornou a progressividade obrigatória. São Paulo tem dois projetos em tramitação na ALESP — PL 7/2024 (2%–8%) e PL 409/2025 (1%–4%). O PL 7/2024, mais avançado, já tem parecer favorável da CCJ.

Regra vigente
Lei 10.705/2000 — alíquota fixa de 4% sobre qualquer base. Vigente até que SP aprove nova lei.
Projeto principal
PL 7/2024 — alíquotas progressivas de 2% a 8%. Parecer favorável da CCJ da Alesp. Se aprovado em 2026, entra em vigor em 2027 (anterioridade anual + 90 dias).
Projeto alternativo
PL 409/2025 — alíquotas de 1% a 4%. Menos oneroso, mas com menor apoio político.
Fato constitucional
EC 132/2023 + LC 227/2026 — tornaram a progressividade obrigatória. Nos dois cenários realistas, patrimônios acima de R$ 10M pagam mais. O risco de esperar é unidirecional.
Simulação real

Patrimônio de R$ 25.000.000 em São Paulo

Executivo, 55 anos, cônjuge + 2 filhos. Composição: imóveis residenciais, ações e investimentos, participações societárias. Cálculo feito no MCP Wealth Advisor — modelo interno de simulação sucessória.

Cenário ITCMD devido Alíq. efetiva Δ vs hoje
2026 (lei vigente — Lei 10.705/2000) R$ 1.000.000 4,00%
Pós-reforma (2027+) R$ 1.680.000 6,72% +R$ 680.000 (+68%)
Sobre o cálculo. A simulação usa o meu MCP interno (calculate_succession_strategy), aplicando faixas do PL 7/2024 com progressividade plena sobre o patrimônio consolidado. O resultado não substitui laudo jurídico-tributário — é o ponto de partida para a análise específica do seu caso.
Comparação de estratégias

4 estratégias. O mesmo patrimônio de R$ 25M.
Três resultados radicalmente diferentes.

Cada linha representa uma estrutura real — inventário padrão, holding familiar, doação com usufruto, trust offshore. A coluna "Economia" compara com o cenário pós-reforma (o que você pagaria em 2027 sem planejar).

Sem planejamento (inventário)
Cenário padrão — bens transmitidos via inventário após a sucessão.
Custo 10 anos
R$ 1,98M
Economia vs reforma
R$ 0
Holding Familiar
Estrutura societária com deságio de ~24% sobre quotas.
Custo 10 anos
R$ 1,48M
Economia vs reforma
R$ 500.000
Trust Offshore
Para patrimônios com exposição internacional relevante.
Custo 10 anos
R$ 1,05M
Economia vs reforma
R$ 630.000
Retorno sobre investimento — Doação com Usufruto
1.860%
Investimento da estrutura: R$ 50.000 (escritura + assessoria jurídica + planejamento).
Economia projetada vs reforma: R$ 930.000 em ITCMD evitado. R$ 930.000 ÷ R$ 50.000 = 18,6x de retorno sobre o capital alocado na estruturação.
Como funciona

Mecanismo da Doação com Usufruto

A estrutura tem 4 componentes essenciais — e é ela que captura a economia de R$ 930.000 comparada ao cenário de inventário pós-reforma.

1
Doação em vida aos herdeiros, com cláusula de usufruto vitalício
Patrimônio é transferido para nua-propriedade dos herdeiros. O doador mantém 100% do direito de uso, fruição e administração até o fim da vida.
2
ITCMD é recolhido agora — trava a alíquota de 4%
Fato gerador ocorre na data da doação. O imposto calculado segue a lei vigente (4% fixo). Mesmo que a reforma passe depois, a estrutura já está fechada.
3
Usufruto mantém controle total do patrimônio
Herdeiros recebem a nua-propriedade, mas não podem dispor dos bens enquanto o doador vive. Rendimentos, aluguéis, dividendos, decisões de gestão — tudo permanece com o doador.
4
Sucessão ocorre sem inventário e sem ITCMD adicional
Na morte do doador, a nua-propriedade se consolida com o usufruto automaticamente. Os bens já estão no nome dos herdeiros. Sem inventário, sem bloqueio, sem custo fiscal adicional.
O que você precisa responder

3 perguntas. A maioria dos executivos paulistas não passa das duas primeiras.

Se responder "sim" para duas — a janela de 2026 é a mais barata que você verá. Qualquer ano subsequente terá alíquota progressiva, com teto de 8%.

01
Seu patrimônio em São Paulo passa de R$ 5M?
02
Você tem mais de 50 anos ou dependentes diretos (cônjuge, filhos)?
03
Pretende permanecer domiciliado em SP pelos próximos 10 anos?

Saber que a alíquota vai subir é o fácil. Decidir o que fazer sobre isso — com números específicos do seu patrimônio real — é o que separa quem age em 2026 de quem paga a diferença em 2027.

O diagnóstico existe pra isso. Não é apresentação de produto. Não é script de vendas. É uma análise técnica de 30 minutos, feita sobre o seu caso, com o cálculo do ITCMD nas 4 estratégias e o cronograma realista de implementação até 31/dez/2026.

Objeções reais

As 5 perguntas que ouvi mais vezes este ano.

1. Se a lei de SP ainda não passou, por que agir agora?
Porque a EC 132/2023 tornou a progressividade obrigatória constitucionalmente. A única dúvida é se SP adota 2%–8% (PL 7/2024) ou 1%–4% (PL 409/2025). Nos dois cenários, patrimônios acima de R$ 10M pagam mais. O risco de esperar é unidirecional.
2. Já tenho um inventário em andamento. Isto ainda se aplica?
Sim — mas só para os bens que ainda não foram doados ou testados. A doação com usufruto funciona para patrimônio em vida, não para sucessão já aberta.
3. Não vou perder o controle do patrimônio se doar agora?
Não. O usufruto vitalício mantém 100% dos direitos sobre rendimentos, uso e gestão. Os herdeiros recebem apenas a nua-propriedade e não podem dispor dos bens enquanto o doador vive.
4. E se eu me mudar de SP?
O ITCMD é recolhido no domicílio do doador na data do fato gerador (doação). Se você doar domiciliado em SP em 2026, trava os 4%, mesmo que mude depois. Para imóveis, o imposto segue a UF onde está o bem.
5. Vale a pena para patrimônio abaixo de R$ 5M?
O cálculo fica marginal. Para patrimônios entre R$ 3M e R$ 5M, a estrutura de holding tende a ter melhor custo-benefício. Acima de R$ 5M, a doação com usufruto passa a ser a mais eficiente.
Diagnóstico — sem custo

Agende sua análise de 30 minutos.

A análise é feita sobre o seu caso real — com simulação do ITCMD nas 4 estratégias e cronograma específico de implementação até 31/dez/2026. Restrito a executivos com patrimônio acima de R$ 5M e domicílio SP/MG/RJ.

O que você recebe
  • Simulação do ITCMD sobre o seu patrimônio real (não genérico)
  • Comparação das 4 estratégias com números específicos do seu caso
  • Identificação do custo de inação até 31/dez/2026
  • Cronograma 30/60/90 dias com próximos passos concretos

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